Concordo com seu médico. Você não merece ser feliz!NoNickName85 escreveu: ↑17 Jan 2025 04:37Quero usar bomba essa ano.
Minha testo de 215 tá fffffffff.
Médico disse que está boa,
TRT - Terapia de reposição de testosterona (tópico oficial)
Re: TRT - Terapia de reposição de testosterona (tópico oficial)
Re: TRT - Terapia de reposição de testosterona (tópico oficial)
Acha viável tomar metformina junto com termogênico?ou pode ter algum colateral mais forte?Masteron escreveu: ↑17 Jan 2025 15:35Irmão essa pergunta é uma das maaais frequentes
E olha só, nao apenas " nao ferra " quanto protege , previne de foder.
Pq se vc pensar o diabetes tipo 2 ocorre quando o pâncreas entra em falência de produção de insulina devido à resistencia insulínica periférica ( a glicose nao consegue entrar dentro da celula muscular , gordurosa e hepatica ) o que gera mais hiperglicemia e consequentemente mais produção de insulina, até que o pâncreas nao aguenta mais produzir insulina e pede o penico , para total de produzir insulina ... e aí sim a glicemia vai pros caralho , e o cara aparece no pronto socorro com a glicemia de 500 ( cansado, nausea, vista turva ,fraqueza geral . ) Tem até os caras de roça que chegam falando que " aonde mijo junta formiga" de tanta glicose que o cara mija.
Os outros orgãos tambem né... a hiperglicemia ( e hiperinsulinemia) fodem a camada interna dos vasos sanguíneos entao foda toda a microcirculação ( rins , visão , cerebro) quanto a macro circulação( coronárias, artérias e veias em geral - apodrece o pé pela gangrena por causa disso - circulação fodida, infecciona e nao chega os antibioticos no pé p reverter , tem que cortar o pé mesmo ) .
Manter glicemia controlada é um ( ou o principal) fator pra ter longevidade.

Re: TRT - Terapia de reposição de testosterona (tópico oficial)
Opa acho legal sim
Mecanismo de ação total independentes um do outro
Colateral da metformina é só transtorno gastrointestinal ( tem nego que tem uma diarréia fudida e gases p krl , mas isso geralmente é passageiro e tolerável )
15-40 anos: vc treina p ganhar atenção e aceitação dos outros
Depois: vc treina p manter os músculos e sanidade que ainda não o deixaram
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Re: TRT - Terapia de reposição de testosterona (tópico oficial)
Seria Metformina seria o ozempic do pobre
?


Re: TRT - Terapia de reposição de testosterona (tópico oficial)
Hehe esse termo " ozempic de pobre " ficou na moda , vários compostos tentando se vender com esse chamariz ... mas é puro mkt enganoso . porque nenhum desses ( metformina, akkermat , gymnema, psyllium, etc ) chega aos pés do efeito de um ozempic /mounjaro.
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Re: TRT - Terapia de reposição de testosterona (tópico oficial)
Pessoal,
Testo bateu 570, depois 460 e agora após estar numa época de "felicidade " bateu 680, isso tem haver com o cortisol e não diretamente com a testo em si? Foram oscilações em 4 meses no máximo de diferença entre as coletas.
Testo bateu 570, depois 460 e agora após estar numa época de "felicidade " bateu 680, isso tem haver com o cortisol e não diretamente com a testo em si? Foram oscilações em 4 meses no máximo de diferença entre as coletas.
Editado pela última vez por SUICIDAL em 20 Jan 2025 19:55, em um total de 1 vez.
Amanheceu mais uma vez, é hora de acordar para vencer!!!
Re: TRT - Terapia de reposição de testosterona (tópico oficial)
Eu tenho D2 e tomo metformina 850mg 3x por dia.
Tem dias que fica assim mesmo mas nada anormal.
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Re: TRT - Terapia de reposição de testosterona (tópico oficial)
A metformina é top pq é barata, segura e tem efetividade...
A dapaglifozina salvo engano tb é mto boa, protege rins, coração e puxa a hemoglobina glicada pra baixo.
O colega que está em um bom momento e a testo subiu, tá dormindo melhor? Emagreceu? Tá mais saudável o lifestyle?
A dapaglifozina salvo engano tb é mto boa, protege rins, coração e puxa a hemoglobina glicada pra baixo.
O colega que está em um bom momento e a testo subiu, tá dormindo melhor? Emagreceu? Tá mais saudável o lifestyle?

Re: TRT - Terapia de reposição de testosterona (tópico oficial)
Mestrão, pode ter a ver com o cortisol e com uma dezena de outros fatores.
É uma oscilação normal , e com pouca relevância para decisão terapêutica.
No final do dia o que deve mesmo ser o fator determinante para fazer ou não TRT é a presença de sintomas relacionados à deficiência de testosterona.
Claro que quanto menos o cara tem de testo mais chance dele ter sintomas relacionados .
E claro que o medico deve seempre individualizar o tratamento...
Exemplo 1 (situação frequente): Homem de 55 anos , chega com testo 600 (nivel excelente para a idade) , sempre esportista ,dieta bem controlada, shape legal para idade, dizendo que ficou viúvo, agora juntou com uma mulher de 37 anos , sarada , persoAnal trainer, go$$$tá de sexo diário.... viajam muito ,estão muito felizes, treinam juntos....Só que ele vem sentindo "cansado"(sic) e não tá aguentando o ritmo nos treinos e menos ainda na alcova.... No questionário teve 6 positivos...E aí, repõe o 600 ? Óbvio que sim... tem demanda... e hj tomando os cuidados devidos (exames prévios,dosagem,modo de administração, monitorização, etc) o risco é baixíssimo (não existe risco zero) prum benefício absurdo.
Exemplo 2 :(situação frequente tb) Homem de 38 anos , veio pq fez exame e testo deu 350 ,uns amigos foristas do BBB forum falaram que tá baixa , joga futebol ,tem uma barriguinha, zero problemas de libido e ereção, dieta marromeno ,cervejinhas ,ronca . Exames restante tao ok. , questionário deu 3 positivas . Repõe os 350? A priori não... ajustar primeiro o estilo de vida , melhora alimentação ,testa apneia ,melhora o sono. Faria um test booster suave.
Exemplo 3 (frequente tambem) Homem 45 anos , barriguinha de papai,"meio desanimado " ,, treina jiu 2 X sem + musculação 2x semana, sexual nota 7 ,(piroka ss x amolece no meio do caminho), exames com insulina e triglicérides altimhos ( insulina 10 e trig 160 ) , dieta nota 7 , questionário deu 3 positivas ,testo 400. Repõe? Se quer fertilidade ainda,não, mas faria um test booster,que até aumenta fertilidade. Se não quer fertilidade, ctz que faria uma TRT suave. (Melhora metabolica ,emagrece ,corrige comportamento,
Moral da história: Nivel de testo no sangue até é importante, mas é o menos importante. Parem de bitolar nisso. Antes de olhar o exame olha pra pessoa. Nao se trata o papel , se trata a pessoa.
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Re: TRT - Terapia de reposição de testosterona (tópico oficial)
Exatamente isso, demanda
Eu msm sai de uma TRT por falta de demanda...
-Esposa tratando burnout e depressão, libido alta pra menor ação sexual
-Lesões nos tendões, não conseguia treinar bem
-Sono deteriorado
-Demandas de trabalho mais equilibradas
Hoje, sinto menor performance geral? Sim
Masss:
1. Estou mais equilibrado e compreensivo a situação da esposa (quem não tem libido correspondida, ou vicia em pornografia, ou pula a cerca, ou fica ressentido com a parceira, pensando em divórcio a cada 15 min).
2.Lesões aos poucos sendo curadas, logo volto ao treino
Sono bom
3.Equilíbrio profissional principalmente em situações de pressão. Menos ansiedade
4.Bolas cheias, hematocrito mais baixo
5.O drive sexual e velocidade intelectual estão mais baixos agora que com TRT
6. Gordurinha chata
Vou fazer 2 meses com um testo booster pra ver
Estou avaliando mais para frente o uso da testo gel
Vamos ver... antes vou rever o lifestyle
Eu msm sai de uma TRT por falta de demanda...
-Esposa tratando burnout e depressão, libido alta pra menor ação sexual
-Lesões nos tendões, não conseguia treinar bem
-Sono deteriorado
-Demandas de trabalho mais equilibradas
Hoje, sinto menor performance geral? Sim
Masss:
1. Estou mais equilibrado e compreensivo a situação da esposa (quem não tem libido correspondida, ou vicia em pornografia, ou pula a cerca, ou fica ressentido com a parceira, pensando em divórcio a cada 15 min).
2.Lesões aos poucos sendo curadas, logo volto ao treino
Sono bom
3.Equilíbrio profissional principalmente em situações de pressão. Menos ansiedade
4.Bolas cheias, hematocrito mais baixo
5.O drive sexual e velocidade intelectual estão mais baixos agora que com TRT
6. Gordurinha chata
Vou fazer 2 meses com um testo booster pra ver
Estou avaliando mais para frente o uso da testo gel
Vamos ver... antes vou rever o lifestyle

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- Aprendiz
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Re: TRT - Terapia de reposição de testosterona (tópico oficial)
Vagner Rocha do jiu jitsu com insuficiência cardíaca...
O father time é invencível.
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Re: TRT - Terapia de reposição de testosterona (tópico oficial)
Boa tarde pessoal! Sobre o medicamento mounjaro, alguém sabe me dizer se já está disponível no BR? Obrigado!
Re: TRT - Terapia de reposição de testosterona (tópico oficial)
Somos uma geração sem peso nenhum na história.
Re: TRT - Terapia de reposição de testosterona (tópico oficial)
Todo mundo fazendo amor com o suco news!
Reposição hormonal: por que está caindo o preconceito dos homens
Diagnósticos mais cuidadosos e redução dos preconceitos masculinos explicam a tendência
Por Luiz Paulo Souza
14 fev 2025, 06h00
https://veja.abril.com.br/saude/em-busc ... o-hormonal
Se na Antiguidade clássica as estátuas dos deuses gregos representavam o ideal de um corpo másculo, hoje as redes sociais espelham, de post em post, o que homens devem buscar para manter a beleza, a força e a juventude. E, por trás das fotos de gente sarada e feliz, não raro reside um atalho do qual nossos antepassados não dispunham: a fórmula — quase mágica, na visão de alguns entusiastas — está na versão sintética de um hormônio naturalmente fabricado pelo organismo, a testosterona. Isolada e descrita em 1935, é ela que confere as características masculinas típicas, embora também seja produzida, em menor escala, pelo corpo feminino. A partir do momento em que demonstraram suas propriedades anabolizantes e conseguiram reproduzi-la em laboratório, tornou-se uma arma perigosa no circuito das academias, com uma clientela disposta a arriscar a saúde em busca de músculos robustos.
A fórmula é sedutora: a aplicação de injeções e géis, nem sempre obtidos com orientação e receita médica, costuma render efeitos logo nos primeiros dias. Usuários apontam maior disposição, melhora do desempenho sexual e, com o tempo, facilidade para eliminar gordura e ganhar massa magra. Os relatos insuflados pela autoestima anabolizaram as buscas pela internet e as vendas. Pelos cálculos da Anvisa, o comércio de produtos com testosterona sintética decolou 670% nos últimos cinco anos. Um crescimento tão exponencial que acendeu o alerta do Conselho Federal de Medicina e o levou a proibir a prescrição para fins estéticos. E por quê? Porque, fora das indicações terapêuticas, o uso sem necessidade fisiológica pode impor reveses à saúde.

ESTÉTICA - Dentro e fora das academias: desejo de juventude e performance
Ao mesmo tempo que se faz o combate ao mau uso da droga, vem caindo o preconceito masculino a respeito da necessária prescrição dela em tratamentos de reposição hormonal. A partir dos 40 anos de idade, calcula-se que o corpo começa a reduzir a produção de testosterona. Se esse processo chega a níveis críticos, aparecem sintomas como fadiga excessiva, perda de libido e aumento de peso. O hormônio sintético é recomendado para reequilibrar essa química, mas vale ressaltar: a rigor, como pregam as diretrizes, a administração só faz sentido quando, após uma análise criteriosa dos sintomas e dos exames, for detectada a carência hormonal. “Nesses casos, a reposição permite que os níveis de testosterona voltem ao normal, devolvendo o bem-estar sem causar efeitos colaterais ao paciente”, diz o endocrinologista Alexandre Hohl, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. Esse tipo de condição atinge cerca de 2% dos homens, autorizando o uso do tratamento. Com o envelhecimento da população, o público em busca dessa ajuda da medicina vem aumentando. Embora esses dados não estejam públicos no Brasil, estima-se que nos Estados Unidos as prescrições desse tipo de droga tenham aumentado de 7,3 milhões em 2019 para 11 milhões em 2024.
A maior conscientização a respeito dos cuidados que envolvem esse tipo de terapia não impede o movimento de muitos brasileiros abraçarem géis, implantes e injeções de testosterona, a ponto de a terapia hormonal ter se tornado o carro-chefe de muitos consultórios médicos. O que se procura e vende? Melhora do cansaço, da vida sexual, da performance e da aparência. E há uma zona nebulosa aí, porque, no curto prazo, a sensação dos pacientes pode até ser positiva. A questão é que o tratamento com hormônio sintético fora das indicações estudadas deixará o corpo com taxas fisiologicamente mais elevadas do que o natural. E isso abre caminho a uma gama de reações indesejáveis e potencialmente graves e irreversíveis: queda de cabelo, acne, desordens no coração e no fígado, alterações de humor, atrofia dos testículos, infertilidade… Um estudo recente atesta que pessoas que utilizam hormônios anabolizantes encaram, em média, um risco de morte precoce três vezes maior que não usuários.

É preciso, portanto, tomar precauções inclusive com certas condutas que não levam em consideração todo o contexto do paciente. Por exemplo: sozinho, o exame que dosa testosterona no sangue, utilizado por alguns profissionais como a justificativa para o tratamento, é insuficiente para subscrever a reposição. “Doenças como obesidade, diabetes e disfunção renal podem diminuir os níveis do hormônio. Ao tratá-las, com frequência eles se normalizam”, diz a endocrinologista Leandra Negretto, da Universidade Federal de Goiás. Descartados esses problemas e diagnosticada corretamente a necessidade de reposição, a terapia tem um efeito positivo. Melhor ainda se ela vier acompanhada da adoção de hábitos mais saudáveis. “Na maioria das vezes, basta fazer a lição de casa”, afirma Hohl. Ou seja, cumprir aquele plano que até os antigos gregos já prescreviam: dormir bem, comer direito, exercitar-se e cuidar da mente.
Reposição hormonal: por que está caindo o preconceito dos homens
Diagnósticos mais cuidadosos e redução dos preconceitos masculinos explicam a tendência
Por Luiz Paulo Souza
14 fev 2025, 06h00
https://veja.abril.com.br/saude/em-busc ... o-hormonal
Se na Antiguidade clássica as estátuas dos deuses gregos representavam o ideal de um corpo másculo, hoje as redes sociais espelham, de post em post, o que homens devem buscar para manter a beleza, a força e a juventude. E, por trás das fotos de gente sarada e feliz, não raro reside um atalho do qual nossos antepassados não dispunham: a fórmula — quase mágica, na visão de alguns entusiastas — está na versão sintética de um hormônio naturalmente fabricado pelo organismo, a testosterona. Isolada e descrita em 1935, é ela que confere as características masculinas típicas, embora também seja produzida, em menor escala, pelo corpo feminino. A partir do momento em que demonstraram suas propriedades anabolizantes e conseguiram reproduzi-la em laboratório, tornou-se uma arma perigosa no circuito das academias, com uma clientela disposta a arriscar a saúde em busca de músculos robustos.
A fórmula é sedutora: a aplicação de injeções e géis, nem sempre obtidos com orientação e receita médica, costuma render efeitos logo nos primeiros dias. Usuários apontam maior disposição, melhora do desempenho sexual e, com o tempo, facilidade para eliminar gordura e ganhar massa magra. Os relatos insuflados pela autoestima anabolizaram as buscas pela internet e as vendas. Pelos cálculos da Anvisa, o comércio de produtos com testosterona sintética decolou 670% nos últimos cinco anos. Um crescimento tão exponencial que acendeu o alerta do Conselho Federal de Medicina e o levou a proibir a prescrição para fins estéticos. E por quê? Porque, fora das indicações terapêuticas, o uso sem necessidade fisiológica pode impor reveses à saúde.

ESTÉTICA - Dentro e fora das academias: desejo de juventude e performance
Ao mesmo tempo que se faz o combate ao mau uso da droga, vem caindo o preconceito masculino a respeito da necessária prescrição dela em tratamentos de reposição hormonal. A partir dos 40 anos de idade, calcula-se que o corpo começa a reduzir a produção de testosterona. Se esse processo chega a níveis críticos, aparecem sintomas como fadiga excessiva, perda de libido e aumento de peso. O hormônio sintético é recomendado para reequilibrar essa química, mas vale ressaltar: a rigor, como pregam as diretrizes, a administração só faz sentido quando, após uma análise criteriosa dos sintomas e dos exames, for detectada a carência hormonal. “Nesses casos, a reposição permite que os níveis de testosterona voltem ao normal, devolvendo o bem-estar sem causar efeitos colaterais ao paciente”, diz o endocrinologista Alexandre Hohl, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. Esse tipo de condição atinge cerca de 2% dos homens, autorizando o uso do tratamento. Com o envelhecimento da população, o público em busca dessa ajuda da medicina vem aumentando. Embora esses dados não estejam públicos no Brasil, estima-se que nos Estados Unidos as prescrições desse tipo de droga tenham aumentado de 7,3 milhões em 2019 para 11 milhões em 2024.
A maior conscientização a respeito dos cuidados que envolvem esse tipo de terapia não impede o movimento de muitos brasileiros abraçarem géis, implantes e injeções de testosterona, a ponto de a terapia hormonal ter se tornado o carro-chefe de muitos consultórios médicos. O que se procura e vende? Melhora do cansaço, da vida sexual, da performance e da aparência. E há uma zona nebulosa aí, porque, no curto prazo, a sensação dos pacientes pode até ser positiva. A questão é que o tratamento com hormônio sintético fora das indicações estudadas deixará o corpo com taxas fisiologicamente mais elevadas do que o natural. E isso abre caminho a uma gama de reações indesejáveis e potencialmente graves e irreversíveis: queda de cabelo, acne, desordens no coração e no fígado, alterações de humor, atrofia dos testículos, infertilidade… Um estudo recente atesta que pessoas que utilizam hormônios anabolizantes encaram, em média, um risco de morte precoce três vezes maior que não usuários.

É preciso, portanto, tomar precauções inclusive com certas condutas que não levam em consideração todo o contexto do paciente. Por exemplo: sozinho, o exame que dosa testosterona no sangue, utilizado por alguns profissionais como a justificativa para o tratamento, é insuficiente para subscrever a reposição. “Doenças como obesidade, diabetes e disfunção renal podem diminuir os níveis do hormônio. Ao tratá-las, com frequência eles se normalizam”, diz a endocrinologista Leandra Negretto, da Universidade Federal de Goiás. Descartados esses problemas e diagnosticada corretamente a necessidade de reposição, a terapia tem um efeito positivo. Melhor ainda se ela vier acompanhada da adoção de hábitos mais saudáveis. “Na maioria das vezes, basta fazer a lição de casa”, afirma Hohl. Ou seja, cumprir aquele plano que até os antigos gregos já prescreviam: dormir bem, comer direito, exercitar-se e cuidar da mente.
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